Nesta nova rubrica, vamos tentar mostrar em 2020, mensalmente, a realidade da governança do Executivo da nossa Junta de Freguesia Parque das Nações.

Fazemo-lo motivados pela cidadania, que nos impele a fazê-lo, porque:

‘amanhã’ – em 2021 – 16 800 eleitores desta freguesia poderão, querendo, mudar conscientemente esta forma de gestão da autarquia.

Em muitas especialidades!

Para tal, e para isso nos propomos contribuir, será necessário estarmos conhecedores da realidade, com objetividade e sem necessidade de cada um ter de ir averiguar se as parangonas de publicidade de uma política canhestra a que nos habituaram, porque não sabem fazer de outra forma, estará, ou não, em conformidade com a realidade e as necessidades da nossa freguesia.

Porque nós merecemos; porque para isso pagámos!

No ato da escritura de compra das nossas habitações e das nossas lojas, muitos de vós sem saberem, fomos agravados com a TRIU – Taxa de Realização de Infraestruturas Urbanísticas, como sejam os Pavimentos, a Higiene Urbana, a Iluminação Pública, o rebaixamento dos passeios, a pintura das passadeiras para peões, a arborização, o mobiliário urbano, os ajardinamentos sem ser na época do Natal, novos projetos propostos para melhoria do território que não se veem, os sumidouros que não deveriam ser substituídos por calcetamento porque favorece as cheias e as inundações, a desmatação do combustível vegetal junto das habitações na ZnPoente sul, a recolha de lixos à parte da restante limpeza de pavimentos e mais algumas especialidades completamente desconhecidas deste Executivo.

Se as conhecem, pior ainda.

Foi com estes pressupostos que pagámos a TRIU, com a promessa de que iríamos ter, realmente, uma gestão autárquica, em conformidade com o que nos foi prometido: pelo Executivo da Câmara – e pelo Executivo da Junta – quando se candidataram. Bastará ler os manifestos e os programas eleitorais.